“A marcha não é só um movimento, é uma ação de reivindicação e de orgulho da nossa história, da nossa cultura. Em Curitiba, que ainda sofre com apagamentos e invisibilizações, a gente leva nossa cor, nossa estética e nossa voz para as ruas, e mostra que estamos aqui, que nossa história importa”, disse.
“O evento é pra mostrar que meu cabelo não é ‘bombril’. A marcha é reforçar a lei 10.639 para mostrar que a educação antirracista vai além da escola.
A professora desrtacou a presença de crianças negras e também brancas na marcha. “Esse evento me trouxe esperanças ao ver crianças negras e brancas dançando juntas ao som do Afropretinhosidade, para que em um futuro essas crianças não sejam os algozes e nem as vítimas do racismo”, afirmou
A iniciativa prevê um investimento de R$ 8 milhões para a avaliação oftalmológica de todos…
O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) elegeu, por meio de votação de seus…
Durante fiscalização de rotina realizada na Ponte Internacional da Amizade, servidores da Receita Federal, com…
Estudantes paranaenses de todas as idades avançaram em Língua Portuguesa e Matemática entre 2024 e…
Promovido pela Fundação Araucária e a Superintendência Geral de Desenvolvimento Econômico e Social, o evento…
A data é 22 de março (domingo). Mas nesta quarta-feira (18), a regional de Toledo…