“A marcha não é só um movimento, é uma ação de reivindicação e de orgulho da nossa história, da nossa cultura. Em Curitiba, que ainda sofre com apagamentos e invisibilizações, a gente leva nossa cor, nossa estética e nossa voz para as ruas, e mostra que estamos aqui, que nossa história importa”, disse.
“O evento é pra mostrar que meu cabelo não é ‘bombril’. A marcha é reforçar a lei 10.639 para mostrar que a educação antirracista vai além da escola.
A professora desrtacou a presença de crianças negras e também brancas na marcha. “Esse evento me trouxe esperanças ao ver crianças negras e brancas dançando juntas ao som do Afropretinhosidade, para que em um futuro essas crianças não sejam os algozes e nem as vítimas do racismo”, afirmou
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