Atos a favor da anistia envolvem centenas de milhares de brasileiros em todo o país

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MANIFESTACAO-CURITIBA-7-DE-SETEMBRO
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Manifestantes vestidos de verde e amarelo se concentraram na Praça Nossa Senhor do Salete, no Centro Cívico.

Um boneco inflável com os dizeres “Supremo Tirano Federal”, em referência ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo da trama golpista que está em julgamento no STF, motivou os discursos no alto do caminhão de som.

O ato foi repetido em diversas cidades brasileiras, em Brasília os organizadores destacaram a presença de público, muito maior do que o “desfile esvaziado do presidente Lula”.

No Rio de Janeiro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro chamou de “grande peça teatral” o julgamento do marido no STF.

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“Por injustiça ele não pode falar, mas nós falaremos com ele até que essa perseguição e injustiça acabe”, disse Michelle, em um áudio transmitido em Copacabana.

O pastor Silas Malafaia, organizador do evento, também mirou suas críticas na direção do ministro do STF, acusando-o de perseguição religiosa, e reclamando da apreensão de seus cadernos na ação da Polícia Federal deflagrada contra ele no dia 20 de agosto.

Malafaia ainda criticou a condução da ação penal da trama golpista contra Bolsonaro e disse que nenhum filho do ex-presidente, ou qualquer outro nome da direita, deve se apresentar como candidato no momento. “Isso é imaturidade política. Calem a boca”

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) fez o último discurso do evento e afirmou estar “vivendo uma humilhação” devido às medidas determinadas por Moraes que a residência da família seja vigiada pela Polícia Penal do Distrito Federal.

“Quem era para estar aqui era o meu marido, que hoje está amordaçado dentro de casa, com uma tornozeleira, não foi julgado e está preso. Com policiais toda hora olhando os muros dos vizinhos para ver se tem possibilidade de pular”, disse.

Políticos que participaram do ato em São Paulo, atacaram o ministro do STF Alexandre de Moraes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e cobraram que o projeto de perdão seja votado imediatamente pelo Congresso Nacional.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que não vai aceitar a “ditadura de um poder sobre o outro”, em uma crítica ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes.

“Ninguém aguenta mais a tirania de um ministro como Moraes”, acrescentou o chefe do Executivo Paulista.

Em prisão domiciliar e com tornozeleira eletrônica, Bolsonaro não participou de nenhum protesto.

Luis_Batista_Fotografia__Banner JBA

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