MEC lança referencial com diretrizes sobre Inteligência Artificial na educação e impulsiona debate

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Foto: Divulgação FESP

O recente lançamento do referencial do Ministério da Educação (MEC) para o uso de inteligência artificial na educação coloca em evidência um tema que já vem sendo trabalhado de forma estruturada por instituições de ensino em todo o país. Entre elas, a Fundação de Estudos Sociais do Paraná (FESP) se destaca por desenvolver iniciativas voltadas à formação docente e ao uso consciente da tecnologia no ambiente acadêmico.

São estabelecidas no documento diretrizes que vão além da adoção de ferramentas digitais, enfatizando a necessidade de planejamento, governança e responsabilidade no uso da inteligência artificial. A proposta é que a tecnologia atue como aliada no processo de ensino-aprendizagem, sem substituir o papel do professor, mas potencializando sua atuação.

Formação docente e uso consciente da IA

Na FESP, a preparação dos professores para lidar com essas transformações é tratada como prioridade. A instituição tem investido em capacitações específicas voltadas ao uso pedagógico da inteligência artificial, com foco na aplicação prática em sala de aula e na reflexão crítica sobre seus impactos.

“A FESP compreende que as instituições de ensino assumem um papel estratégico e protagonista diante do avanço da Inteligência Artificial, não apenas como usuárias de tecnologias, mas como agentes formadores, críticos e reguladores do seu uso no contexto educacional”, afirma Cassiana Fagundes, coordenadora do curso de Inteligência Artificial da faculdade.

Além da formação técnica, a abordagem adotada pela instituição também contempla aspectos éticos e pedagógicos, buscando garantir que o uso da IA esteja alinhado aos objetivos educacionais e às necessidades dos estudantes.

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