foto IPPUC
A primeira ação envolve a supressão de 15 exemplares de pinus, hoje alinhados em frente ao equipamento.
O corte, já autorizado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA), será necessário para a readequação da calçada e ajustes na geometria da pista para acomodar a nova estação. Durante a implantação, o equipamento será desativado, impactando a rotina dos usuários.
O projeto será executado pela Ecco Prax, de Treze Tilias (SC), especializada em construção modular.
A estação modelo integra o Programa de Mobilidade Urbana Sustentável de Curitiba, no Projeto Novo Inter 2, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
A intervenção começa neste mês e deve ser concluída até o final de março.
Na última segunda-feira (8/1), técnicos da Unidade Técnico Administrativa de Gerenciamento (Utag), área que gerencia os contratos multilaterais do município, realizaram a reunião de partida com a empresa executora.
Na oportunidade, foram avaliadas estratégias do plano de ataque da execução. Os representantes da empresa também receberam orientações sobre as exigências de qualidade e excelência que fazem parte do financiamento multilateral, especialmente nas questões socioambientais.
“Há requisitos do BID, como outros agentes financiadores internacionais, que devem ser seguidos pelos executores, sob o acompanhamento da administração. É uma combinação da legislação brasileira com salvaguardas do banco e que impactam nas verificações de conformidade e qualidade do projeto”, explica o engenheiro civil Marcio Teixeira, coordenador geral da Utag.
O contrato prevê a entrega do equipamento em até 120 dias, incluindo as instalações e a adequação viária do entorno, pelo valor de R$ 4 milhões. A Estação Prisma Solar servirá de modelo para os demais 11 pontos de parada da Linha Direta Inter 2.
Concebido pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), o projeto prevê uso de placas fotovoltaicas e conforto térmico, entre outras inovações. A área do entorno também deve ser preparada para a intermodalidade, com tráfego viário, deslocamentos a pé, embarque e desembarque de carros por aplicativos e locação de bicicletas compartilhadas.
No total, a nova estação será composta de módulos estruturados, que serão montados na sede da empresa para instalação no local da obra. O cronograma prevê a execução simultânea da parte viária. “Essa combinação permite que o prazo para entrega seja menor, com menos impacto para a vizinhança”, explica Teixeira.
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