Curitiba e RMC

Companhia Norte-Americana MOMIX traz para Curitiba o aclamado espetáculo BOTANICA

Curitiba será palco de um dos espetáculos de dança contemporânea mais aclamados do mundo. No dia 6 de outubro, o Teatro Positivo recebe, em apresentação única, BOTANICA, criação da companhia norte-americana MOMIX. Os ingressos já estão à venda, e a capital paranaense integra a exclusiva turnê brasileira do espetáculo, que passará por apenas seis cidades do país.

Com direção e concepção de Moses PendletonBOTANICA transforma o palco em um ecossistema fantástico. Corpos, luzes, figurinos, objetos cênicos, projeções e marionetes se combinam para sugerir plantas, animais e criaturas imaginárias. Ao longo do espetáculo, a paisagem acompanha a passagem de um dia e as mudanças das estações, em uma sucessão de imagens que alterna delicadeza, humor, estranhamento e deslumbramento.

Ao som de uma trilha sonora eclética que vai Peter Gabriel Vivaldi, a obra combina figurinos de tirar o fôlego, projeções impressionantes e marionetes gigantes, criadas por Michael Curry em um espetáculo grandioso, em que o corpo de bailarinos-acrobatas interpreta diferentes espécies de plantas e animais, reais ou imaginários, em uma jornada pelas transformações da vida na Terra.

Apresentada pelo Ministério da Cultura Bradesco Seguros, com apoio da Lei Rouanet , a turnê é mais uma realização da DELLARTE, Ministério da Cultura – Governo do Brasil – Do lado do Povo Brasileiro.

Definido por seu próprio criador como um “grupo de bailarinos-ilusionistas”, por sua mistura de dança, acrobacia, elementos de ginástica, mímica, uso de objetos cênicos, ilusões visuais e projeções, tudo reunido em um contexto teatral, o MOMIX se consagrou em apresentações por todo o planeta ao celebrar em seus espetáculos formas, imagens, emoções e informações trilhando sempre o caminho da inovação criativa.

O Espetáculo

BOTANICA parte dos ciclos da natureza para criar um universo cênico em permanente metamorfose. Os dez bailarinos-acrobatas não apenas manipulam os elementos visuais: seus corpos se fundem a eles, fazendo com que flores, folhas, insetos, aves e seres mitológicos pareçam nascer diante do público. A precisão técnica, a força e o sincronismo do elenco sustentam ilusões que desafiam a percepção sem esconder a presença humana que lhes dá vida.

A montagem apresenta imagens de grande impacto, mas evita uma narrativa convencional. Flores se abrem em movimentos circulares, organismos se multiplicam, árvores douradas tornam-se parceiras de duetos e uma manada de centauros ganha forma pela união de diferentes bailarinos. Em outros momentos, a escala muda completamente: uma criatura marinha surge em meio a uma trama de contas, enquanto um enorme esqueleto de dinossauro atravessa o palco em uma cena de humor e surpresa.

O uso de luz negra e materiais fluorescentes amplia esse jogo de transformação. Braços e pernas luminosos se desprendem visualmente dos corpos e se reorganizam como pássaros, serpentes, borboletas e plantas. Espelhos, projeções e movimentos executados em diferentes planos criam anatomias, enquanto imagens ampliadas de folhas, flores, montanhas e céus fazem o palco oscilar entre o microscópico e o monumental.

Parte essencial da experiência, a trilha sonora reúne o canto de pássaros, trechos de As Quatro Estações, de Antonio Vivaldi, faixas da trilha do filme Birdy, de Peter Gabriel, cantos de Deva Premal, percussões de tabla de Suphala e música eletrônica de Delerium e Bluetech. A variedade sonora acompanha a montagem em seu movimento entre o terreno e o fantástico.

As marionetes gigantes foram criadas por Michael Curry, artista reconhecido por trabalhos para o Cirque du Soleil e o Metropolitan Opera. Integradas à dança, elas ampliam a escala e a atmosfera onírica de uma montagem em que o artifício não é escondido, mas convertido em parte do encantamento.

O que falam de Botânica

“Botânica transita nessa tensão entre ilusão e realidade, apreensão e encantamento. Você sabe que há uma pessoa por trás da máscara; a diversão está em descobrir como o efeito é criado.” (The New York Times)

 

“Maravilhoso. É ao mesmo tempo terreno e de outro mundo — uma visão magnífica dos milagres cotidianos que nos cercam.” (Times Union)

“Uma imaginação extravagante, um desfile contínuo de ilusões — voos fantasiosos tão encantadores quanto brilhantes. MOMIX é igual a magia.” (The Daily Gazette)

“Simplesmente não existe outra apresentação como a do MOMIX.” (BroadwayWorld)

 

MOSES PENDLETON

 

Coreógrafo e diretor norte-americano, Moses Pendleton desenvolve há mais de cinco décadas uma linguagem que aproxima dança, teatro visual, acrobacia e ilusionismo. Em 1971, foi um dos fundadores do Pilobolus Dance Theater. Dez anos depois, fundou o MOMIX, companhia cuja origem está ligada a um solo de mesmo nome criado para os Jogos Olímpicos de Inverno de Lake Placid, em 1980.

Pendleton também trabalhou em cinema, televisão e ópera, criou coreografias para companhias de balé e participou de eventos como a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno de 1980 e a abertura dos Jogos de Sochi, em 2014, para a qual concebeu “The Doves of Peace”, com Diana Vishneva e 50 bailarinas russas. Assinou ainda videoclipes de artistas como Prince, Julian Lennon e Cathy Dennis.

Nascido e criado em uma fazenda de gado leiteiro no norte de Vermont, formou-se em Literatura Inglesa pelo Dartmouth College em 1971. Fotógrafo, já apresentou seus trabalhos em cidades como Roma, Milão, Florença e Aspen. Entre os reconhecimentos recebidos estão a bolsa Guggenheim, o Prêmio Coreográfico de Positano, o American Choreography Award e títulos honorários da University of the Arts, da Filadélfia, e do Dartmouth College. Em 2024, recebeu o Taobuk Award e, em 2025, o Richard Brettell Award in the Arts, da Universidade do Texas em Dallas.

MOMIX

Reconhecido internacionalmente por unir criatividade e extraordinária capacidade física, o MOMIX consolidou-se como uma companhia de bailarinos-acrobatas-ilusionistas sob a direção de Moses Pendleton. Fundado em 1981 pelo coreógrafo norte-americano, o grupo teve sua origem e inspiração em um solo de mesmo nome criado para os Jogos Olímpicos de Inverno de Lake Placid, em 1980. O nome MOMIX remete à mistura concebida por Moses ( MOSES’ MIX), síntese de uma linguagem que combina dança, acrobacia, teatro visual, humor e ilusionismo.

Desde sua criação, a formação e a dimensão da companhia variaram de acordo com cada produção. O princípio artístico, no entanto, permaneceu o mesmo: usar o corpo humano, a luz, a sombra, os figurinos, os acessórios e os cenários para criar imagens inesperadas, cultivar a dança e divertir o público. Essa identidade fez do MOMIX uma referência mundial em espetáculos que transformam o palco em um território de fantasia e desafiam a percepção do espectador.

Além das turnês internacionais, a companhia desenvolveu numerosos projetos para cinema e televisão. A emissora italiana RAI produziu cinco especiais com o grupo, exibidos simultaneamente em 55 países, entre eles Rússia e China. O MOMIX também participou da série Dance in America, da homenagem a Picasso realizada em Paris e de uma apresentação em que representou os Estados Unidos no Centro Cultural Europeu, em Delfos, na Grécia. Espetáculos da companhia foram lançados pela gravadora Decca, e Pictures at an Exhibition, produção realizada com a Orquestra Sinfônica de Montreal, recebeu um prêmio Emmy.

O sucesso levou o grupo a percorrer os Estados Unidos e países como Canadá, Espanha, Grécia, Itália, França, Alemanha, Rússia, Dinamarca, Inglaterra, Austrália, Irlanda, Holanda, Argentina, México, Brasil, Chile, Japão, Taiwan, Singapura e Áustria. A companhia também participou de filmes, comerciais e projetos especiais, ampliando para outras linguagens a pesquisa visual desenvolvida nos palcos.

Entre essas criações estão Bat Habits, concebida por Pendleton para a abertura do centro de treinamento dos San Francisco Giants, em Scottsdale; uma apresentação na celebração do centenário da Fiat, em Turim; e uma participação no Salão Internacional do Automóvel da Mercedes-Benz, em Frankfurt. Com pouco mais que luz, sombra, adereços e o corpo humano, o MOMIX vem surpreendendo plateias nos cinco continentes há mais de quatro décadas.

Serviço

MOMIX – BOTANICA

Data: 6 de outubro de 2026 (terça-feira)

Horário: 20h

Local: Teatro Positivo – Curitiba (PR)

Ingressos: Plateia Inferior: R$ 125 a meia-entrada e R$ 250 | Plateia Superior: R$ 75 a meia-entrada e R$ 150 | Ingressos Populares: R$ 25 a meia-entrada e R$ 50 a inteira. Os ingressos tem mais taxa administrativa da ticketeira.

Vendas: DiskIngressos – https://www.diskingressos.com.br/evento/2709/2026-10-06/pr/curitiba/momix-botanica

Redação JBA Notícias

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