Política

Cristina Graeml fortalece perfil conservador para 2026

“Eu tenho plena consciência que a gente mostrou que é possível e existe uma direita consciente no Brasil. Vamos analisar como se consolida a nível nacional, tem muita gente de prestígio na política, deputados federais e senadores, que me procuraram neste segundo turno querendo que meu nome estivesse neste grupo político bastante coeso e consciente da direita liberal conservadora. Ganhamos força, independente do resultado final da eleição. Não há como voltar atrás. Nós somos a maioria da população, as pesquisas sérias mostram  isto, a direita brasileira precisa se posicionar e ser respeitada”

Cristina Graeml sai da campanha para a prefeitura de Curitiba consciente do futuro político e da liderança que lhe transferem os cerca de 400 mil votos recebidos. É nome para a assembleia legislativa, Câmara Federal, com eleição garantida, segundo analistas e participantes de sua campanha, com chances reais de conquistar uma vaga no Senado Federal ou concorrer ao governo estadual. “O voto conservador no Paraná é robusto, Cristina sai com uma votação própria, sabemos que sua campanha respingou na região metropolitana de forma positiva, as pessoas querem mudanças e desejam mudar também o sistema”, observou o candidato a vice, Jairo Ferreira Filho.

Cristina avalia que a eleição permitiu que o eleitor constatasse que” somos honestos, verdadeiros, agimos de forma justa,  sem atacar  o adversário de modo gratuito, trazendo verdades e nos defendendo da forma como a gente consegue das várias calunias apresentadas contra nós. O Brasil precisa passar a limpo os institutos de pesquisas, principalmente pelo desempenho no  primeiro turno, é inaceitável que a minha melhor posição do primeiro turno tenha errado em seis pontos percentuais, quando dizem que a margem de erro é de três ou três e meio por cento. É preciso questionar a origem de pagamentos, quem são as empresas que aparecem de repente nas campanhas eleitorais, a que  grupos políticos ou empresariais estão ligadas. A forma padrão de divulgar pesquisas também precisa mudar”.

Cristina destaca a votação sem dinheiro público, sem espaço em rádios e tevês no primeiro turno, dificuldades para a participação em sabatinas e debates, reconhecendo crescimento de sua campanha por causa da divulgação do debate e o próprio debate da RPC, “milhares de pessoas souberam neste momento que eu era candidata”. Considerou muito difícil superar “a soma das máquinas do governo estadual, municipal, Câmara de Vereadores e a exploração mentirosa sobre a tarifa por quilometro rodado, em que apontaram situações em que a passagem chegaria a50 reais. Impossível, como eu iria propor algo semelhante se considero absurdo a taria de seis reais, a maior do Brasil?”.

Redação JBA Notícias

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