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Dois brasileiros vão a Israel testemunhar o resultado dos ataques do Hamas

Dois brasileiros foram selecionados para fazer parte de um programa promovido pelo Congresso Judaico Mundial (WJC, da sigla em inglês), organização internacional que conecta mais de cem comunidades judaicas em todo o mundo. André Lajst, cientista político e presidente executivo da StandWithUs Brasil, e Rogério Vilela, influenciador, ator e comediante, apresentador do podcast Inteligência Ltda., foram selecionados para fazer parte do programa WJC Elevate, que levou a Israel uma delegação composta por personalidades relevantes de oito países, a fim de que o grupo possa testemunhar a devastação causada pelo massacre do grupo terrorista Hamas na região no atentado de 7 de outubro.

A delegação está perto da fronteira de Gaza, junto às Forças de Defesa Israelenses (IDF). Fazem parte do programa explicações in loco realizadas pelas IDF, reuniões com famílias afetadas de vítimas e reféns raptados violentamente para Gaza, o entendimento de iniciativas da sociedade israelense para apoiar seus concidadãos necessitados e a interação com autoridades.

De acordo com Vilela, “essa viagem a Israel, passando pelo epicentro da tragédia do dia 7 de outubro, tem por objetivo mostrar ao mundo que a história de horror que nos envergonha como humanidade não pode e não deve ser repetida: a da perseguição e tentativa de destruição de um povo – o povo judeu”.

Lajst ressalta que “é uma honra e uma grande responsabilidade ter sido escolhido como representante brasileiro neste programa. Hoje, quando se completa 31 dias do massacre de 7 de outubro, e 31 dias que o Hamas detém mais de 240 reféns civis, temos o compromisso de levar a verdade sobre essa guerra para o mundo todo, testemunhando a situação atual com nossos próprios olhos. Infelizmente, como ocorre com o Holocausto, há sempre os negacionistas de plantão, que insistem em contestar o ocorrido, e negam o direito de Israel de se defender”.

Em suas redes sociais, Lajst publicou um vídeo sobre sua visita junto à delegação ao kibutz de Kfar Aza, um dos mais atacados pelo Hamas, mostrando o rastro de destruição causado pelo grupo terrorista. “Faltam palavras para descrever a destruição realizada pelo Hamas no kibutz Kfar Aza. Foi duro visitar as casas, ouvir os relatos e ver fotos dos atos terroristas perpetrados no dia 7 de outubro. Mas se eu faço isso, é para mostrar para quem não tem oportunidade de estar aqui o que de fato aconteceu. E é para desmentir aqueles que, por má fé, desde agora dizem que não houve ataques a Israel um mês atrás. Nós não nos esqueceremos”, afirma o cientista político.

Redação JBA Notícias

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