Jogos Pan-Americanos: conheça 5 atletas que são empreendedores de sucesso

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Matheus Dellagnelo - Crédito: divulgação.
Matheus Dellagnelo - Crédito: divulgação.

Os jogos Pan-Americanos de Santiago 2023 iniciaram dia 20 de outubro e vão até 5 de novembro.

Nesta edição, a delegação brasileira contou com um recorde de competidores, 633 atletas, sendo 263 oficiais de confederações e 124 oficiais do Comitê Olimpico do Brasil (COB). Até ontem (24), o país somava 35 medalhas, sendo 7 de ouro, 13 de prata e 15 de bronze.

Necessárias entre os atletas, habilidades como a resiliência, a disciplina e a liderança levaram medalhistas em edições anteriores dos jogos Pan-Americanos a empreenderem em negócios de sucesso

Para celebrar os atletas brasileiros que se tornaram bem sucedidos também no empreendedorismo, conheça cinco profissionais das áreas de tecnologia, moda, gastronomia, academia e até finanças. Confira!

Matheus Dellagnelo, velejador e CEO da Indicium
Velejador desde os 08 anos, Matheus conquistou o lugar mais alto pódio no Mundial da classe Sunfish, em 2011, no Caribe, e trouxe medalhas para o Brasil nos jogos Pan-Americanos de Guadalajara e Paracas, no México (2011) e no Peru (2019), respectivamente. Atualmente, Matheus Dellagnelo, formado em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mantém o esporte como hobby e dedica-se à administração da Indicium, empresa que implementa cultura data-driven para organizações de médio e grande porte, no Brasil e Estados Unidos, que teve crescimento de 200% no último ano.

Poliana Okimoto, nadadora e fundadora da Okimoto & Cintra Swim Team

Poliana Okimoto Crédito: Satiro Sodré.

Especialista em maratona aquática, Poliana Okimoto, recebeu sua primeira medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro, repetindo o resultado nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011. Mesmo sendo a primeira mulher a conquistar uma medalha na natação, a atleta decidiu encerrar o ciclo antes dos Jogos de Tóquio. Atualmente, Poliana é fundadora da Okimoto & Cintra Swim Team, empresa que oferece treinos de natação para atletas amadores.
Bruninho, jogador de vôlei e sócio do Posí Mozza & Mare

Bruninho Crédito: Divulgação/COB.

Na 10º temporada como capitão e levantador da seleção masculina de Vôlei, Bruno Rezende, mais conhecido como Bruninho, não conquistou sua primeira medalha no esporte, mas sim jogando Badminton, aos 12 anos, no Pan-Americano infanto juvenil de Badminton.

Em 2007, ao chegar à seleção nos jogos Pan-Americanos do Rio, ajudou o Brasil a ganhar a medalha de ouro. Para além das quadras, o jogador é sócio do restaurante Posí Mozza & Maré, no Rio de Janeiro, além de uma unidade da franquia de academias Bodytech, no Paraná.

Fabíola Molina, nadadora e fundadora da Fabiola Molina Store

Fabíola Molina. Fotos: Francisco Medeiros/ME.

A nadadora Fabíola Molina foi a única brasileira na modalidade dos 100 metros costa nas Olimpíadas de Sydney 2000. Em 2004, enquanto pensava na aposentadoria, a atleta uniu-se a uma costureira e abriu uma confecção de roupas de banho, a fim de proporcionar um treino confortável para outras atletas. O negócio trouxe um novo gás para Fabíola, que voltou a competir nos Jogos Pan Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, onde conquistou uma medalha de prata. Nove anos depois, a empresa foi licenciada para natação nas Olimpíadas na cidade maravilhosa.

Renan Dal Zotto, Técnico da Seleção masculina de Vôlei, Ex- jogador e fundador da Par Mais

 

Antes de assumir como técnico da seleção masculina de vôlei, Renan era jogador na modalidade e foi vice-campeão Pan-Americano em San Juan, 1979. Além disso, participou da seleção que conquistou a primeira medalha olímpica do voleibol brasileiro, em Los Angeles 1984. Junto com a esposa, Annalisa Blando Dal Zotto, fundou em 2011, a Par Mais, empresa de Planejamento Financeiro.

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