Maior réveillon do mundo, Rio poderá ter chuva com ressaca
Após o livro dos recordes (Guinness World Records) reconhecer a passagem de ano na cidade do Rio de Janeiro como maior réveillon do planeta, moradores e visitantes da Cidade Maravilhosa poderão assistir em alguns pontos da urbe chegada de 2026 sob chuva.
A previsão do tempo, divulgada pelo Centro de Operações e Resiliência (COR) da Prefeitura do Rio, é de que o último dia do ano e a madrugada do dia 1º transcorrerá sob céu “parcialmente nublado a nublado”, com ameaça de “pancadas de chuva isoladas”, vento “moderado” na direção oeste-noroeste e temperatura estável.
A Defesa Civil alerta o risco de ressaca, a partir da tarde, na faixa de mar que vai do Rio ao município de Arraial do Cabo (Região dos Lagos). São esperadas ondas de 2,5m. O aviso é de que turistas e moradores evitem “entrar no mar durante o período de maré alta.”
No momento da virada da folhinha, à 0h de 2026, a temperatura será de 26,7°C com sensação de 29,5ºC a dois metros do solo, informa o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
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Para a maior parte do território do Estado do Rio de Janeiro, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) traz aviso meteorológico de “perigo” de chuva.
Além do Estado do Rio, o alerta vale para uma faixa que começa na ponta leste de Mato Grosso e se estende por Goiás na direção de Minas Gerais e São Paulo até atingir o litoral norte paulista e quase toda faixa litorânea fluminense (exceção na ponta norte).
Conforme o Inmet, há perigo de chuva também no interior a oeste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, assim como também nas partes litorânea dos territórios catarinense e paranaense. Longe do Sul e do Sudeste, o mesmo alerta está em grande parte do Estado do Amazonas.
Do litoral do Espírito Santo até a metade sul do litoral do Amapá a previsão é de não haver chuva. Nessa extensa faixa, a única capital que poderá ter chuva hoje é Fortaleza, “perigo potencial”, conforme o Inmet.
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