fotos carlos costa-cmc
Um grupo de pais e mães de alunos das escolas e CMEIs da Cidade Industrial de Curitiba (CIC) foi recebido pelos vereadores e vereadoras da capital nesta quarta-feira (12).
Preocupados com o crescimento da violência no entorno das instituições de ensino e com a possibilidade de ataques como os que ocorreram em Blumenau e em São Paulo neste ano, eles pediram apoio da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) para reforçar a segurança dos estudantes, professores e dos próprios familiares.
Em reunião mediada por Zezinho do Sabará (União), as demandas foram apresentadas à liderança do governo e à Superintendência da Guarda Municipal.
A mediação aconteceu durante a sessão plenária, um dia após a vinda dos secretários municipais de Educação, Maria Silvia Bacila, e de Defesa Social, Péricles de Matos, ao Legislativo, que apresentaram aos parlamentares um plano de prevenção a ataques a escolas.
O grupo que representa a comunidade escolar da CIC pediu o aumento das rondas ostensivas da GM no entorno das escolas e CMEIS e que a Prefeitura de Curitiba desloque guardas municipais para atuarem dentro das instituições.
O maior foco de preocupação do grupo é com o crescimento da violência na região do CAIC Cândido Portinari.
Fora da escola, disseram pais e mães, é comum brigas entre alunos, que seriam marcadas pelas redes sociais e grupos de WhatsApp. A violência acaba atingindo familiares que tentam apartar as brigas, conforme relataram Cleverson Luiz Fagundes e Maria Adaligia Suarez Cerruto, que têm, respectivamente, filhos e neta estudando nessa escola.
As reclamações foram reforçadas por Sandro Rogério Ananias e Ulisses dos Reis, pais de crianças que também estudam no CAIC. Eles pediram que o módulo fixo da Guarda Municipal do Parque dos Tropeiros seja realocado para a escola municipal. Sandro, na sequência, complementou que a região onde fica a instituição tem outros equipamentos públicos, os quais também precisam de reforço na segurança.
“O trabalho da segurança pública cabe a nós [pais e mães] fiscalizar. O parque precisa de segurança, mas a segurança das escolas é prioridade. Não adianta mandar 20, 30 viaturas [para uma escola] depois que aconteceu [uma ocorrência]. Temos que fechar a porteira antes de deixar a boiada passar”, complementou Cleverson Fagundes.
Na opinião dele, e dos demais representantes da comunidade escolar, ter um profissional dentro da escola ajudaria a inibir não só possíveis ataques como também a organização das brigas entre os estudantes.
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