Alunos cegos fazem a prova em Braille e os de baixa visão recebem versões ampliadas. Estudantes com Síndrome de Irlen contam com adaptações de cor e luminosidade, alunos surdos têm acesso a vídeos com tradução em Libras. Adaptações atendem, também, estudantes com deficiências, transtornos e os de altas habilidades ou superdotação.



