Leomar Martins e a esposa, Marisa Martins, de Santana do Itararé: produtores de queijo vencedor do primeiro lugar na categoria “Tradicional”
Produto lácteo Maná Paraná, do município de Santana do Itararé, foi reconhecida como o melhor na categoria “Tradicional” do Prêmio Brasil Artesanal de Queijos 2025
O queijo Maná Paraná, da Queijaria Sítio Aliança, do município de Santana do Itararé, conquistou o primeiro lugar na categoria “Tradicional” do Prêmio Brasil Artesanal de Queijos 2025, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Outros dois produtos do Paraná ficaram em segundo lugar nas suas respectivas categorias: o queijo Cornelia Gouda com ervas italianas, da Queijaria Cornelia, na “Adição/Condimentos”; e o Colonial Serra dos Macacos, da empresa de mesmo nome, na “Tratamento Térmico”. A cerimônia de premiação ocorreu nesta terça-feira (22), em Brasília. Ao todo, o concurso avaliou 186 queijos de diferentes regiões do Brasil.
Os vencedores foram definidos a partir da avaliação técnica e da votação popular. Os três melhores de cada categoria receberam premiação em dinheiro e selos ouro, prata e bronze, respectivamente.
“Essa premiação é mais um reconhecimento da excelência da produção queijeira do Paraná. Os nossos produtores realizam um trabalho sério e exemplar, sempre apoiados por iniciativas do Sistema FAEP. É uma conquista que valoriza a qualidade e a profissionalização do setor, como também amplia a visibilidade dos nossos produtos e impulsiona o crescimento dos negócios”, destaca o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.
O Maná Paraná, da Queijaria Sítio Aliança, é uma criação inédita do produtor Leomar Martins, maturado por mais de sete meses e elaborado com leite de alta qualidade proveniente da própria queijaria. A Queijaria Sítio Aliança já havia se destacado nas duas edições do Prêmio Queijos do Paraná, promovido pelo Sistema FAEP, ao conquistar, em 2023, medalhas de prata, ouro e super ouro com cinco queijos diferentes, além de uma medalha de bronze em 2025.
Inspirado na tradição holandesa, o Cornelia Gouda com ervas italianas é produzido com leite cru e uma combinação de especiarias, destacando o sabor refinado. A Queijaria Cornelia, sediada em Arapoti, leva o nome de Cornelia, sogra da queijeira Gezina Krikke Verburg, que trouxe ao Brasil, em 1960, o conhecimento da produção queijeira europeia. O mesmo produto já havia conquistado medalha de prata na segunda edição do Prêmio Queijos do Paraná, quando a produtora também foi premiada com ouro pela versão com ortiga.
O Colonial Serra dos Macacos é resultado da primeira receita desenvolvida pela produtora Ozana Padilha Moreira. Combinando tradição familiar e aperfeiçoamento técnico, o queijo apresenta textura cremosa, aroma marcante e sabor amanteigado. A agroindústria, localizada em Nova Laranjeiras, também teve desempenho de destaque na primeira edição do Prêmio Queijos do Paraná, onde recebeu medalhas de ouro e super ouro com o mesmo produto.
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