Divulgação / FACES Comunicação Carolina Brant é Diretora Pedagógica da Geekie (www.geekie.com.br), empresa de educação referência em inovação e tecnologia e que já alcançou mais de cinco mil escolas públicas e 12 milhões de alunos
Longe de ser um mero reflexo do aprendizado remoto induzido pela pandemia, a integração tecnológica nas escolas de hoje representa um avanço estratégico. As ferramentas digitais não são apenas meios de transmissão de conhecimento, mas, sim, catalisadores que enriquecem e diversificam a experiência educativa. E essa evolução não significa um abandono das metodologias tradicionais, mas uma harmoniosa coexistência, onde o digital complementa o físico e promove uma abordagem equilibrada entre o ensino e a interação humana.
A preocupação das famílias com a onipresença da tecnologia é compreensível, mas, também é um convite à reflexão. Como a tecnologia permeia nossas vidas cotidianas? E como seu uso pode ser otimizado para influenciar positivamente as gerações futuras? A resposta reside na adoção consciente da tecnologia, equilibrando seu uso com métodos pedagógicos tradicionais e fomentando um ambiente de aprendizado multifacetado.
“Sabemos que esses são recursos dos quais não podemos mais dissociar da nossa vida. E, a partir disso, vale refletir de maneira conjunta entre famílias, escolas e estudantes se a preocupação é apenas com a proibição de algo que já está inserido de uma maneira sem volta ou se diz respeito ao uso consciente e moderado da tecnologia na educação”, explica Carolina Brant, Diretora Pedagógica da Geekie, empresa de educação que é referência em inovação e tecnologia e que já alcançou mais de cinco mil escolas públicas e privadas e 12 milhões de estudantes de todo o país.
A especialista acredita que o uso da tecnologia na educação traz inúmeros benefícios. Mas, para isso, é importante que ela seja implementada conscientemente e com intencionalidade pedagógica, de modo a potencializar a jornada de cada estudante, melhorar o processo de aprendizagem coletivo e facilitar rotinas, de forma balanceada com as relações, interações e dinâmicas em classe. “Não basta inserir a tecnologia pela tecnologia, pois tal movimento não irá causar inovação ou evolução no processo de aprendizagem e poderá surtir outros tipos de efeitos e abordagens. Tal qual em nossas vidas pessoais, é preciso um uso moderado, consciente e não prejudicial desses recursos”, destaca a especialista, que foi professora de Educação Digital e idealizou e implementou a disciplina de Educação Digital no Geekie One, plataforma digital desenvolvida pela Geekie.
O ensino híbrido, uma abordagem que combina o melhor dos mundos digital e físico, exemplifica esse equilíbrio. Não se trata de substituir completamente os métodos convencionais, mas de enriquecer o processo educativo com ferramentas digitais que promovam o desenvolvimento integral dos estudantes. E essa abordagem não nasceu durante a pandemia; ela já era objeto de estudo e discussão por educadores visionários como Lilian Bacich, Adolfo Neto e Fernando Trevisani, muito antes do surgimento da COVID-19.
“Por mais que quiséssemos associar o termo ensino híbrido ao que vivemos durante a pandemia, é preciso esclarecer que o que ocorreu, na verdade, não pode ser considerado como ensino híbrido, mas, sim, uma adaptação diante do desafio que estávamos passando. E que por uma questão de necessidade e segurança neste contexto em que não tínhamos a possibilidade de realizar interações presenciais, construções e dinâmicas em grupos nem podíamos aproximar o docente com a turma, a tecnologia foi utilizada de modo muito mais intensivo do que propomos habitualmente em sala de aula”, reforça Carolina.
A verdadeira essência do ensino híbrido vai além de uma mera resposta à necessidade de distanciamento social. É uma mudança de paradigma na educação, onde a tecnologia e a intencionalidade pedagógica se entrelaçam para desbloquear o potencial máximo de cada estudante. Essa integração não é apenas um método de ensino; é uma nova maneira de pensar e abordar a educação, preparando os estudantes para um mundo cada vez mais digitalizado e interconectado.
“Não se trata, portanto, de substituir integralmente papéis, canetas, trabalhos manuais e atividades “mão na massa” por um dispositivo. Mas, sim, de fazer a inserção gradual e consciente de ferramentas digitais em sala de aula que possam servir de suporte a tais práticas e dosar os recursos com o propósito de promover o desenvolvimento de múltiplas linguagens, habilidades e competências. É nesse contexto, intencional e focado no desenvolvimento personalizado de cada estudante, que se propõe um ensino híbrido. Dessa forma, podemos apoiar nossos docentes e direcionar os estudantes para que eles possam trilhar seus próprios caminhos rumo ao conhecimento e preparação para o futuro”, conclui a Diretora Pedagógica da Geekie.
Em conclusão, o uso da tecnologia na educação não é uma tendência passageira, mas, sim, uma transformação fundamental. Ao abraçar essa mudança com intencionalidade e equilíbrio, podemos abrir novos horizontes para o aprendizado, preparando os alunos não apenas para o presente, mas para um futuro em constante evolução.
Sobre a Geekie
Fundada em 2011, a Geekie é uma empresa de educação referência em inovação e pioneirismo no uso da tecnologia com intencionalidade pedagógica que trabalha incansavelmente com seu time de educadores engajados em contribuir com a transformação que a educação do Brasil tanto precisa. Com foco no Ensino Básico, a companhia já alcançou mais de cinco mil escolas públicas e privadas de todo o país, impactando cerca de 12 milhões de estudantes. Para mais informações, acesse o site www.geekie.com.br
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