Moro, eleito com cerca de 1,9 milhão de votos, responde por abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022, mas nega as acusações.
- Desembargador Sigurd Roberto Bengtsson – presidente;
- Desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza – relator;
- Desembargadora Claudia Cristina Cristofani – juíza federal efetiva;
- Doutor Anderson Ricardo Fogaça – juiz de Direito efetivo;
- Doutor Guilherme Frederico Hernandes Denz – juiz de Direito efetivo;
- Doutor Julio Jacob Junior – classe de advogado efetivo;
- Doutor José Rodrigo Sade – classe de advogado efetivo.
O senador é acusado de abuso de poder econômico e dos meios de comunicação social, uso de caixa dois, além de infrações às normas de arrecadação e gastos eleitorais durante a pré-campanha eleitoral de 2022.
Caso seja condenado, Moro pode se tornar inelegível por oito anos. No total, sete desembargadores devem analisar as ações que pedem a cassação do parlamentar. No início do processo não há expectativa da presença dele no Tribunal, no entanto, o senador deve ser representado por seus advogados. Ele nega as acusações.
As duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) foram movidas uma pelo Partido Liberal do Estado Do Paraná (PL/Paraná) e outra pela Federação Brasil da Esperança – Fé Brasil (PT, PV e PC do B). Em dezembro, o Ministério Público se manifestou favorável à cassação.
Além do julgamento marcado para esta segunda-feira, a Corte também deve se reunir na quarta-feira (3/4) e no dia 8 de abril para analisar as ações movidas contra Moro.



