Sugestão quer ampliar o acesso da população a serviços públicos, por meio da Central 156. (Foto: Carlos Costa/CMC)
Os vereadores aprovaram, na sessão plenária desta terça-feira (29), seis indicações de sugestão à Prefeitura de Curitiba. Uma das propostas que a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) encaminhará ao Executivo pede a inclusão da saúde pública entre as áreas que podem receber manifestações no site e no aplicativo da Central de Atendimento 156.
Segundo o vereador Marcos Vieira (PDT), autor da sugestão, a proposta surgiu a partir de reclamação de que as demandas nesta área só podem ser apresentadas à Ouvidoria da Saúde, presencialmente ou por telefone. “Hoje o cidadão curitibano pode, através do 156, reivindicar, denunciar, fazer várias solicitações. [..] mas hoje não tem no 156 a opção da saúde”, afirmou.
Para ele, a inclusão da saúde no menu melhoraria o atendimento à população e ajudaria o Executivo a entender as demandas da área “de forma mais ágil” (205.00328.2023). Presidente da Comissão de Saúde e Bem-Estar Social, Alexandre Leprevost (Solidariedade) apoiou a criação de um canal “explícito” para as manifestações relacionadas à saúde pública de Curitiba.
Já Oscalino do Povo (PP) lembrou que a população pode registrar as demandas por meio da Ouvidoria do SUS de Curitiba, canal que recebe manifestações em busca de informações, sugestões, reclamações, denúncias e elogio. O serviço pode ser acionado pelo 0800-644-0041, com ligação gratuita, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira
A indicação é uma espécie de proposição legislativa – conceito abrangente, que compreende todas as matérias sujeitas à deliberação na Câmara de Curitiba. Ela é adotada para debater temas que competem ao Executivo e, ao contrário dos requerimentos encaminhados diretamente aos órgãos da administração municipal, depende da aprovação numa sessão plenária.
A votação é feita em turno único e de maneira simbólica (sem o registro no painel eletrônico), durante a segunda parte da ordem do dia. No entanto, como o próprio nome diz, a indicação de sugestão de ato administrativo ou de gestão não é impositiva, e sim sugere medidas ao Poder Executivo. Ou seja, o instrumento é, sim, uma manifestação legal do Legislativo, mas tem um “peso menor” em comparação ao projeto aprovado em plenário e que, se sancionado, torna-se lei em Curitiba.
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