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UPAs: saúde atende casos respiratórios e dengue num fluxo, demais atendimento em outro

Com a alta demanda por atendimentos de saúde em todos os pontos de atenção, principalmente o setor de Urgência e Emergência, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba colocou em prática um plano de contingência, a partir desta semana, com alterações nos fluxos de atendimento das UPAs.

Neste momento, há um aumento de demanda e pressão no sistema causados pelos atendimentos de casos respiratórios, suspeitas de dengue e também crises hipertensivas e de glicemia nas UPAs

O fluxo em Y utilizado várias vezes durante a pandemia voltará a ser adotado gradativamente nas UPAs do município, neste período de maior alta de demanda por atendimento.

O fluxo em Y prevê um eixo de atendimento específico para casos respiratórios e pacientes com suspeita de dengue e outro eixo para os demais atendimentos.

Além disso, será ampliada a carga horária dos médicos das UPAs e haverá a instalação de tendas, para melhor acomodar o atendimento, na UPA Boa Vista e UPA Cajuru, as mais impactadas neste momento.

Haverá, ainda, a exemplo do que já acontece na UPA Fazendinha, a expansão, a partir da próxima semana, da estratégia das cabines com conexão direta para teleatendimento de casos leves pela Central Saúde Já Curitiba, nas UPAs Boa Vista, Sítio Cercado e Cajuru.

As UPAs do município, ainda, poderão ter, quando necessário, parte dos leitos direcionados para internamento hospitalar, funcionando como unidades de retaguarda dos hospitais do SUS Curitibano.

Orientações

A SMS reforça à população para que procure as 104 unidades básicas de saúde em casos leves ou não urgentes.

Os pacientes de Curitiba também podem procurar atendimento via Central Saúde Já, para queixas leves agudas. A Central Saúde Já funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, inclusive nos feriados. Nos sábados e domingos funciona das 8h às 20h.

As UPAs são unidades voltadas ao atendimento de casos graves e de emergências de saúde. As UPAs trabalham com um sistema de classificação de risco. Assim, aqueles pacientes com queixas mais urgentes são priorizados, enquanto os demais casos podem aguardar mais tempo.

Os hospitais têm recebido bastante demanda ocasionada por traumas (principalmente acidentes de trânsito). E, ao contrário do que ocorria na pandemia, desta vez as cirurgias eletivas não foram suspensas pela SMS.

Redação JBA Notícias

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