Tico Kuzma destacou a eleição de Eduardo Pimentel foto rodrigo fonseca-cmc
“A abstenção é uma posição política, nós compreendemos isso, mas ela não ajuda a construir”, alertou Herivelto Oliveira.
Com 531 mil votos, Eduardo Pimentel (PSD) venceu Cristina Graeml (PMB) no segundo turno da disputa pela Prefeitura de Curitiba, com 57,64% a 42,36% dos votos válidos.
Diversos vereadores parabenizaram o futuro prefeito.
“Ontem, tivemos a vitória nas urnas do nosso prefeito Eduardo Pimentel e do vice Paulo Martins. Quero parabenizá-los pela vitória nas urnas. Momento de grande esperança para a cidade”, registrou Tico Kuzma (PSD), líder do governo na CMC.
“Rafael Greca deixa um legado indiscutível, com Curitiba sendo a capital mais igualitária do Brasil. Vamos trabalhar para que a transição seja a melhor possível, para que Eduardo inicie seu mandato com a tranquilidade e a estrutura necessárias”, complementou Tico Kuzma.
“Foi uma campanha complicada, mas venceu a informação, venceu o amor pela cidade e venceu o conhecimento da administração pública. Eduardo está preparado para ser um prefeito tão bom quanto foi Rafael Greca”, acrescentou Bruno Pessuti (Pode).
O presidente da Câmara de Curitiba, Marcelo Fachinello (Pode), e os vereadores Herivelto Oliveira (Cidadania), Ezequias Barros (PRD), Sidnei Toaldo (PRD), Noemia Rocha (MDB) e Oscalino do Povo (PP) também parabenizaram Eduardo Pimentel pela vitória e contaram episódios do segundo turno, quando foram pedir votos para o candidato.
Barros falou do carro de som que conduziu no Novo Mundo, enquanto Noemia Rocha contou do trabalho “mais na reversão dos votos do que na conquista”.
A abstenção subiu de 27,74% para 30,37% dos eleitores cadastrados em Curitiba, o que significa que 432 mil pessoas não foram às urnas na capital do Paraná.
Esse número é superior à votação da segunda colocada, Cristina Graeml, que obteve 390 mil votos ontem.
“Merece atenção a quantidade de pessoas que não foram votar no segundo turno das eleições municipais no Brasil, não só em Curitiba”, concordou Bruno Pessuti.
“O deslocamento não foi um problema, porque o transporte era gratuito. Temos que entender as razões de as pessoas não terem ido votar, de não se sentirem representadas”, disse o vereador, deixando o questionamento para a plenária.
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