Representantes do MBCB apresentam estudo sobre descarbonização dos transportes para o Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (Foto: divulgação MBCB)
O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, se reuniu nesta semana com executivos de empresas que fazem parte do Acordo de Cooperação Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil (MBCB) para conhecer o estudo ‘Trajetórias Tecnológicas mais Eficientes para a Descarbonização da Mobilidade’. O levantamento identifica o enorme potencial do país para liderar globalmente o processo de transição energética com seus reflexos na mobilidade, assegurando a geração de emprego e renda. O documento foi encomendado pelo MBCB e elaborado pela LCA Consultores e MTempo Capital.
O estudo mostra que a rápida implementação de diferentes rotas tecnológicas para a descarbonização dos transportes pode gerar impactos positivos de R$ 7 trilhões no PIB e geração de 1,5 milhão de empregos.“Os dados do estudo apresentam um cenário promissor e uma oportunidade estratégica para o país, tanto do ponto de vista econômico quanto social. O MBCB terá o meu apoio e de toda a equipe do Ministério do Trabalho e Emprego para iniciativas que promovam emprego e renda, especialmente na indústria de mobilidade de baixo carbono”, afirmou o Ministro Luiz Marinho.
Aroaldo Silva, presidente da IndustriALL Brasil e representante do MBCB, destacou a importância da participação do Ministério do Trabalho e Emprego nesse tema. “O ministro participou das discussões embrionárias da criação do MBCB, antes da formalização do acordo, pois compreende a dimensão do impacto da descarbonização dos transportes nas relações de trabalho. Estamos satisfeitos porque ele reforçou esse compromisso de apoiar as políticas públicas que preservem o emprego na indústria brasileira”, destacou Silva.
Durante a reunião, o grupo apresentou as vantagens competitivas do Brasil para a descarbonização dos transportes, graças a suas matrizes energética e elétrica limpas, compostas por energia renovável combinada ao conhecimento em biocombustíveis, principalmente o etanol. “Com avanços em outras rotas tecnológicas, e o apoio dos mais diversos setores da sociedade, o país pode se destacar como centro global no desenvolvimento de soluções de baixo carbono”, explicou Fernando Camargo, sócio-diretor da LCA Consultoria.
Além dos impactos na preservação ambiental, as estratégias sugeridas pelo estudo promovem a neoindustrialização com recursos sustentáveis e renováveis, ganhos em produtividade, geração de empregos qualificados e consequente aumento da renda e da qualidade de vida da população brasileira.
Sobre o MBCB
O Acordo de Cooperação MBCB reúne atualmente mais de 25 instituições e empresas: ABiogás – Associação Brasileira do Biogás, Abipeças, AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, Alcopar, Bioind ᴹᵀ, Biosul, Bosch,Bruning Tecnometal, BYD, Conarem – Conselho Nacional De Retificas De Motores, Copersucar S.A., Cummins Inc., IndustriALL Brasil, John Deere, MAHLE, MWM Motores e Geradores, SAE BRASIL, Scania, SIAMIG,SIFAEG, Sindaçúcar-PE, Sindaçúcar-AL, Sindaçúcar, Sindalcool, Stellantis, Toyota do Brasil, Tupy, Unica – União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia, e Volkswagen do Brasil.
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Clique aqui para acessar o sumário executivo e confira o estudo na íntegra aqui.
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