foto hully paiva-smcs
A Urbanização de Curitiba (Urbs) reforçou o programa especial de limpeza e manutenção dos 23 terminais de ônibus da cidade.
Além da limpeza diária, com lavação na madrugada e varredura durante o dia, os espaços estão passando por uma faxina geral, com pintura, higienização, conserto de calçadas e domos e manutenção de gradis.
O trabalho é para deixar tudo pronto desde o início do ano, com mais segurança e conforto aos usuários.
No fim do ano passado, a ação foi feita nos terminais Caiuá, Santa Felicidade, Pinheirinho, Capão do Imbuia e Guadalupe (metropolitano). No momento, os trabalhos estão sendo realizados nos terminais Capão Raso (fase final), Hauer e Cabral e continuarão até completar os 23 terminais.
Desde o ano passado, já foram revitalizados 84,9 mil metros quadrados de área nos terminais.
“O projeto inclui reformas das coberturas, lavação e vedação de calhas, laminação e serviços de pintura nas paredes, portas dos sanitários, corrimão e gradil”, explica Alceu Portella, gestor da área de manutenção da Urbs. “É um trabalho que muitas vezes o usuário nem percebe, mas que garante limpeza, asseio e o bom funcionamento destes espaços”, diz. O trabalho de manutenção envolve 27 pessoas e tem um custo de R$ 230 mil por mês.
Além disso, uma equipe de 19 pessoas percorre diariamente os 23 terminais da cidade vistoriando as condições dos espaços.
O grupo de “apontadores” da Urbs, formado há cerca de 18 meses, tem como missão de verificar pontos com necessidade de manutenção e agilizar o encaminhamento. “A gente percorre o terminal e se tem a necessidade de alguma manutenção, como a troca de lâmpada, a retirada de mato, de pichação, por exemplo, já abrimos um chamado para que o problema seja solucionado o mais rápido possível” diz a apontadora Terezinha Salete dos Santos, que estava na última sexta-feira (9/1) no Terminal Capão Raso.
Para Portella, a atuação dos apontadores tem sido essencial para manter a qualidade na manutenção dos terminais.
“Esses profissionais são os olhos da manutenção. Eles acompanham de perto o dia a dia dos terminais e garantem que os problemas sejam identificados antes mesmo que os usuários notem ou registrem reclamações. É graças a eles que conseguimos agir com agilidade, melhorar as condições dos terminais e oferecer mais conforto e segurança à população”, afirma.
A medida já teve reflexo na queda no número de reclamações. No último ano, a média de solicitações envolvendo terminais na Central 156 passou de 99 para 63, uma queda de 36%.
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