Imagem: Lula Marques/Agência Brasil
A Abrasel celebra a aprovação do texto da regulamentação da reforma tributária na Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10). A entidade destacou como conquista a inclusão dos bares e restaurantes no regime de não cumulatividade, que permite a apropriação de créditos pelas empresas contribuintes. Outra vitória importante foi a exclusão das receitas não apropriadas pelos estabelecimentos, como gorjetas e taxas de delivery.
Adicionalmente, a Abrasel manifesta apoio à inclusão das carnes, peixes e sal na cesta básica, reforçando a importância dessa medida para o setor. “Incluir as proteínas animais na cesta básica traz um benefício à população, tornando mais acessível o consumo não só no domicílio, mas também nos bares e restaurantes”, explica o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci.
Apesar dos avanços, a Abrasel continuará a lutar pela exclusão do imposto seletivo sobre bebidas açucaradas da reforma. A entidade argumenta que essa tributação não faz sentido, já que o açúcar é considerado essencial quando vendido como produto da cesta básica, mas é sobretaxado quando utilizado em bebidas. “A regulamentação agora vai para o Senado, onde iremos mais uma vez destacar neste ponto a absoluta incoerência de sobretaxar o açúcar quando adicionado a bebidas, sendo que ele tem alíquota zero na cesta básica”, afirma Solmucci.
Outro ponto crítico também pede apreciação do Senado, onde a regulamentação será votada: a possibilidade de bitributação durante o período de transição. Com a introdução do Imposto Seletivo (IS) em 2027, antes da completa transição para o novo sistema em 2033, há o risco de sobreposição entre tributos antigos e novos, aumentando o custo da cerveja e outras bebidas alcoólicas.
Hoje, setores como bebidas, tabaco e combustíveis já pagam ICMS com alíquotas diferenciadas. No novo modelo, esses setores também seriam tributados pelo IS, o que poderia resultar em dupla tributação. Isso cria insegurança jurídica e onera excessivamente diversos setores, impactando os consumidores e inviabilizando negócios.
Segundo Solmucci, “para evitar este problema, é essencial que o Senado se atente a essa questão e inclua uma regra clara de transição no texto do PLP 68. Esta regra deve assegurar que a carga tributária total sobre os produtos não aumente, compensando a sobreposição do imposto seletivo com a redução gradual das alíquotas do ICMS”.
Corrida que terminou com as provas de 10 km e a maratona (42 km) atraiu…
Nem a chuva tirou a empolgação das crianças de 4 a 13 anos que participaram…
Autorização foi dada neste sábado (2) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, que comandou o…
Os Jogos Escolares do Paraná, promovidos pelo Governo do Estado, mobilizam estudantes de 598 escolas…
Paisagem da estrutura inaugurada na véspera marcou o trajeto dos corredores das provas de 5…
O número de pessoas deslocadas pelas fortes chuvas que caíram em Pernambuco desde a última…